TRAGÉDIA Colisão frontal mata cinco pessoas de uma mesma família na BR-116

janeiro 13, 20202:12 pm
Família Araújo morreu na colisão frontal com um caminhão na BR-116, em Itaobim (MG). A motorista Érika pode ter dormido ao voltante, de acordo com a PRF.

Uma colisão frontal matou cinco pessoas de uma mesma família – moradora em Paulínia, no interior paulista – na BR-116, em Itaobim (MG), na madrugada desse domingo (12), envolvendo um utilitário da GM e um caminhão, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Ainda de acordo com a PRF, o utilitário teria invadido a pista contrária e batido de frente contra um caminhão no sentido contrário, por volta de 4h45. Os policiais informaram ainda que a condutora era uma mulher, o marido dela estava no banco do passageiro e as três filhas deles no banco de trás. O casal e uma das filhas morreram no local. Os corpos foram encaminhados para o IML de Teófilo Otoni (MG).

As outras duas filhas foram socorridas em estado grave pelo Samu e encaminhadas para hospital em Itaobim, mas uma delas morreu depois de dar entrada na unidade. A outra filha, que estava internada no Hospital Vale do Jequitinhonha, faleceu nesta segunda-feira (13).

De acordo com a PRF, a família havia saído da Paraíba com destino a Paulínia; a suspeita é que a motorista tenha dormido ao volante.

Os mortos são:

  • Érika Cristina Araújo, de 38 anos
  • Afonso da Silva Gomes, de 48 anos
  • Luiza Cristina Araújo Gomes, de 11 anos
  • Izabela Caroline Araújo Gomes, 18 anos
  • Maria Eduarda Araújo Gomes, de 15 anos

Segundo os agentes, o caminhão atingido seguia de Minas Gerais para a Bahia transportando produtos diversos. O condutor do caminhão não ficou ferido.

Viagem de férias

De acordo com um familiar, a família havia passado o Natal e o Ano Novo em Manaíra, na Paraíba, terra natal de Afonso. Ainda segundo o familiar, Afonso era da Paraíba nunca havia voltado pra terra natal em 30 anos. “Estavam todos de férias, se divertiram muito. Parece até que era uma despedida”, lamenta.

De acordo com o familiar, Érika era a única pessoa habilitada. Como a viagem era muito longa, a família seguia fazendo diversas paradas ao longo do caminho. Na noite de sábado (11), o último contato com o familiar foi por volta das 22h30. “Ela disse que havia passado o dia pela Bahia e que ia parar para descansar. A notícia seguinte que tivemos foi do acidente”, recorda.

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